Exame de IgE Específica Tilápia: Alergia a Peixe
Exame de IgE Específica Tilápia: Alergia a Peixe
R$ 30,00
Exame de IgE Específica Tilápia: Alergia a Peixe
R$ 30,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparo especiais. (F414)
Exame de IgE Específica Tilápia: Alergia a Peixe
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas da tilápia, um dos peixes mais consumidos no Brasil.
O que é o exame de IgE Específica – Tilápia (Peixe)?
O exame de IgE específica para tilápia mede a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra as proteínas desse peixe. Quando uma pessoa sensibilizada ingere tilápia, ou entra em contato com suas proteínas, o sistema imunológico pode reagir de forma exagerada e desencadear sintomas alérgicos.
A principal proteína alergênica da tilápia é a parvalbumina, uma proteína muscular presente em peixes. Ela é termoestável, o que significa que o cozimento não a elimina: mesmo a tilápia preparada pode desencadear reação em pessoas sensibilizadas.
É importante saber que a presença de IgE detectável no sangue não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico do paciente.
Para que serve o exame de alergia à Tilápia?
O exame é indicado para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica às proteínas da tilápia e se essa sensibilização pode estar relacionada aos sintomas que ela apresenta. Ele pode ser solicitado quando há suspeita de que o consumo de tilápia esteja causando reações como urticária, inchaço na boca ou na garganta, vômitos, diarreia, coriza ou chiado no peito.
Médicos alergistas, imunologistas e nutrólogos costumam pedir o exame para identificar o alérgeno responsável pelos sintomas e orientar a dieta com mais precisão.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
- Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme;
- Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar;
- Respiratórias: Anafilaxia, Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem influenciar a interpretação dos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
Não necessariamente. A reatividade cruzada entre espécies de peixe é possível, pois a parvalbumina está presente em muitos peixes. Mas cada espécie tem um perfil alergênico próprio, e uma pessoa pode ser sensibilizada à tilápia e tolerar bem outras espécies ou o contrário. O médico pode indicar a investigação de cada peixe separadamente.
Não. A parvalbumina, principal proteína alergênica da tilápia, é termoestável: ela resiste ao calor do cozimento, da fritura e do forno. Isso significa que a tilápia preparada ainda pode causar reação em pessoas sensibilizadas. Somente o médico pode orientar o que é seguro consumir com base no resultado e no histórico clínico.
Diferentemente da alergia ao leite de vaca, que muitas crianças superam na infância, a alergia a peixes tende a ser persistente ao longo da vida. Por isso, o acompanhamento regular com um médico alergista é importante para avaliar a evolução do quadro e orientar a alimentação com segurança.
