Exame de IgE Específica para Maçã
Exame de IgE Específica para Maçã
R$ 30,00
Exame de IgE Específica para Maçã
R$ 30,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F49)
Exame de IgE Específica para Maçã
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas da maçã, muito associada à síndrome de alergia oral em pessoas com rinite alérgica ao pólen.
O que é o exame de IgE Específica para Maçã?
O exame de IgE específica para maçã mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra as proteínas da fruta. Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas proteínas, geralmente pela ingestão da fruta in natura, ele pode reagir de forma exagerada, desencadeando sintomas alérgicos.
A alergia à maçã é um exemplo clássico da chamada síndrome de alergia oral (SAO), que ocorre por reatividade cruzada com o pólen da bétula, um tipo de árvore. A proteína da maçã envolvida nessa reação, chamada Mal d 1, tem estrutura parecida com uma proteína do pólen.
O sistema imunológico confunde as duas e reage ao comer a fruta crua, por isso, pessoas com rinite alérgica ao pólen estão mais propensas a sentir esse tipo de reação.
É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.
Para que serve o exame de alergia à Maçã?
O exame é indicado para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica às proteínas da maçã e se essa sensibilização pode estar relacionada aos sintomas apresentados.
Ele costuma ser solicitado quando há queixas como formigamento, coceira ou leve inchaço na boca, nos lábios ou na garganta logo após comer maçã crua, especialmente em quem já convive com rinite alérgica ao pólen.
O exame também pode integrar uma investigação alérgica mais ampla, para identificar outras frutas da mesma família que possam causar reações cruzadas semelhantes, como pera, pêssego, cereja e ameixa.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
- Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme;
- Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral (SAO), Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar;
- Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem influenciar a interpretação dos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
Pode estar relacionado. Esse fenômeno é chamado de síndrome de alergia oral (SAO) e acontece porque a proteína da maçã (Mal d 1) é estruturalmente semelhante a uma proteína do pólen de bétula. O sistema imunológico confunde as duas e reage. Os sintomas costumam ser leves: formigamento e coceira nos lábios, na língua e na garganta e passam rapidamente. O exame de IgE específica pode ajudar a confirmar essa sensibilização e orientar o seu médico no diagnóstico.
Na maioria dos casos de síndrome de alergia oral, sim. A proteína Mal d 1 é sensível ao calor e se desfaz durante o cozimento. Por isso, muitas pessoas que reagem à maçã crua conseguem comer compota, torta ou maçã assada sem apresentar sintomas. Mas essa orientação não substitui a avaliação médica: apenas o seu médico pode confirmar se esse é o seu caso e orientar com segurança sobre a dieta.
Não necessariamente. Um resultado positivo indica sensibilização, ou seja, que o organismo produziu anticorpos IgE contra as proteínas da maçã. Mas a presença desses anticorpos, por si só, não confirma uma alergia clinicamente significativa. O médico vai analisar o resultado junto com seus sintomas e histórico clínico para chegar a uma conclusão. Nunca inclua ou exclua alimentos da dieta com base apenas no resultado laboratorial.
