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    Exame de IgE Específica para Lagosta

    Exame de IgE Específica para Lagosta

    biotechExame

    Exame de IgE Específica para Lagosta

    R$ 30,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    3 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sábado

    description

    Instruções de preparo

    Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F80)

    Exame de IgE Específica para Lagosta

    Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas da lagosta, indicado para investigar reações a crustáceos.


    O que é o exame de IgE Específica – Lagosta?

    O exame de IgE específica para lagosta é um exame de sangue que verifica se o organismo produz anticorpos IgE contra as proteínas da lagosta. Em outras palavras, ele ajuda a identificar se existe sensibilização à lagosta, o que pode estar relacionado a uma alergia.

    Quando uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas proteínas, ao ingerir estes crustáceos, o sistema imunológico pode reagir de forma exagerada, causando sintomas.


    Os sintomas mais comuns de alergia à lagosta são:

    • Coceira na pele ou no corpo; 
    • Vermelhidão e manchas na pele; 
    • Urticária; 
    • Inchaço nos lábios, rosto, língua ou garganta; 
    • Formigamento ou coceira na boca; 
    • Dor abdominal, náusea, vômitos ou diarreia; 
    • Tosse, chiado no peito ou dificuldade para respirar; 
    • Tontura ou sensação de desmaio.

    Algumas vezes, na culinária, lagostas entram na categoria de mariscos, uma designação que engloba diferentes animais invertebrados aquáticos comestíveis, geralmente de água salgada. 

    O principal alérgeno dos mariscos é a tropomiosina, uma proteína presente no músculo do animal que resiste ao cozimento. Isso significa que o preparo do alimento não elimina seu potencial alergênico.

     A lagosta pertence ao grupo dos crustáceos, junto com o camarão e o caranguejo, e a alergia a esse grupo tende a ser persistente ao longo da vida adulta.

    É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado sempre deve ser interpretado pelo médico, levando em conta os sintomas e o histórico clínico do paciente.


    Para que serve o exame de IgE Específica para Lagosta?

    O exame é indicado para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica às proteínas da lagosta e se essa sensibilização pode estar relacionada aos sintomas que ela apresenta. 

    Ele pode ser solicitado quando há suspeita de que o consumo de lagosta ou outros crustáceos esteja causando reações como urticária, inchaço, vômitos, chiado no peito ou reações mais graves.

    A alergia a crustáceos é uma das alergias alimentares mais frequentes entre adultos. Por isso, esse exame pode fazer parte de uma investigação mais ampla, junto com outros testes da mesma família de alimentos.


    Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?

    Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. 

    Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. 

    Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.


    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?

    Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem interferir na avaliação clínica dos resultados.

    A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.

    

    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.

    Perguntas frequentes

    Não necessariamente, mas é bastante provável. A lagosta, o camarão e o caranguejo compartilham a tropomiosina como principal alérgeno, o que gera forte reatividade cruzada entre eles. Pessoas sensibilizadas a um crustáceo frequentemente reagem a outros da mesma família. O médico pode solicitar exames específicos para cada espécie e orientar sobre a dieta com mais precisão.

    Não. A tropomiosina, principal alérgeno da lagosta, é uma proteína termoestável — ou seja, ela mantém sua estrutura mesmo em altas temperaturas. O cozimento não elimina o potencial alergênico do alimento para pessoas sensibilizadas.

    Sim, existe. A tropomiosina também está presente nos ácaros da poeira doméstica. Por isso, algumas pessoas com alergia respiratória a ácaros podem apresentar sensibilização a crustáceos como a lagosta e vice-versa. Esse fenômeno é chamado de reatividade cruzada. O médico alergista pode investigar as duas condições em conjunto, se necessário.

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