Exame de IgE Específica para Caseína
Exame de IgE Específica para Caseína
R$ 30,00
Exame de IgE Específica para Caseína
R$ 30,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparo especiais. (F78)
Exame de IgE Específica para Caseína
Exame de sangue que identifica sensibilização alérgica à caseína, a principal proteína do leite de vaca.
O que é o exame de IgE Específica para Caseína?
O exame de IgE específica para caseína mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra a caseína, a proteína mais abundante do leite de vaca. Quando uma pessoa sensibilizada entra em contato com essa proteína, o sistema imunológico pode reagir de forma exagerada, causando sintomas alérgicos.
A caseína é diferente das outras proteínas do leite, como a alfa-lactoalbumina e a beta-lactoglobulina: ela não se degrada com fervura, pasteurização ou cozimento.
Por isso, quem tem IgE elevada para caseína pode apresentar reações mesmo ao consumir leite UHT, queijo, manteiga, iogurte, biscoitos ou bolos que contenham leite na composição.
É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.
Para que serve o exame de IgE Específica para Caseína?
O exame é indicado para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica à caseína e se essa sensibilização pode estar relacionada aos seus sintomas.
Ele costuma ser solicitado quando há suspeita de alergia persistente ao leite, especialmente nos casos em que os sintomas continuam mesmo após o consumo de laticínios cozidos ou processados.
O teste também pode integrar uma investigação mais ampla da alergia ao leite, junto com outros exames de componentes proteicos, ajudando o médico a definir o perfil de sensibilização do paciente e a orientar melhor a dieta e o acompanhamento.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme.
Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar.
Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre os medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem influenciar a interpretação dos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
O exame de leite de vaca (F2) detecta a sensibilização ao conjunto de proteínas do leite. Já o de caseína (F78) investiga especificamente uma dessas proteínas. Essa distinção importa porque a caseína é termoestável (não se destrói com o calor), e uma IgE elevada para ela pode indicar maior risco de reações mesmo a alimentos que contenham leite em formas processadas ou aquecidas.
A decisão sobre a dieta é sempre do médico, com base no resultado do exame e no histórico clínico. Como a caseína está presente na maioria dos derivados lácteos — inclusive nos processados e aquecidos, a orientação dietética pode ser mais ampla do que em outros perfis de sensibilização ao leite. Nunca altere a dieta sem orientação médica.
A alergia ao leite associada à sensibilização por caseína costuma ser mais persistente do que aquelas ligadas a outras proteínas do leite. Muitas crianças superam a alergia ao leite até a adolescência, mas a sensibilização à caseína está relacionada a um curso mais longo da condição. O acompanhamento médico regular é fundamental para reavaliar o perfil de sensibilização ao longo do tempo.
