Exame de IgE Específica para Beta-Lactoglobulina – Leite de vaca
Exame de IgE Específica para Beta-Lactoglobulina – Leite de vaca
R$ 40,00
Exame de IgE Específica para Beta-Lactoglobulina – Leite de vaca
R$ 40,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparo especiais. (F77)
Exame de IgE Específica para Beta-Lactoglobulina – Leite de vaca
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica à beta-lactoglobulina, a principal proteína do soro do leite de vaca.
O que é o exame de IgE Específica para Beta-Lactoglobulina?
O exame de IgE específica para beta-lactoglobulina mede, no sangue, a presença de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra essa proteína específica do leite de vaca. Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensibilizada entra em contato com a beta-lactoglobulina, ele pode reagir de forma exagerada, desencadeando sintomas alérgicos.
A beta-lactoglobulina é a principal proteína do soro do leite de vaca e uma das frações consideradas mais alergênicas desse alimento. Uma característica importante é que ela está naturalmente ausente no leite humano por isso, bebês que só conhecem o leite materno podem encontrá-la pela primeira vez ao receber fórmula ou alimentos derivados do leite de vaca. Inclusive, é importante saber que não existe alergia ao leite materno, mas quando a mãe ingere leite animal e seus derivados, as proteínas do leite de vaca passam pelo leite materno para o bebê, que pode assim ter reação.
É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico do paciente.
Para que serve o exame de alergia para Beta-Lactoglobulina (leite de vaca)?
O exame é indicado para investigar se há sensibilização alérgica à beta-lactoglobulina, uma das proteínas presentes no soro do leite de vaca. Ele costuma ser solicitado quando há sintomas após o consumo de leite ou derivados, como urticária, inchaço, vômitos, diarreia, chiado no peito ou coriza, especialmente em bebês e crianças pequenas.
O teste é especialmente útil para identificar qual fração proteica do leite de vaca pode estar envolvida na reação. Junto com os exames de alfa-lactoalbumina, caseína e leite de vaca total, ele ajuda o médico a montar um perfil mais completo da sensibilização alérgica do paciente.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme.
Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar.
Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
O leite de vaca contém diferentes proteínas, e cada uma pode provocar reações em pessoas distintas. A beta-lactoglobulina é a principal proteína do soro do leite e está ausente no leite humano, o que a torna um marcador relevante na investigação da alergia às proteínas do leite de vaca (APLV). Testá-la junto com a caseína (F78) e a alfa-lactoalbumina (F76) permite ao médico entender melhor o perfil de sensibilização de cada paciente.
A beta-lactoglobulina é considerada termolábil, ou seja, o calor pode alterar sua estrutura. Para algumas pessoas, o processamento térmico do leite pode reduzir a reatividade a essa proteína. No entanto, essa tolerância varia de caso a caso e não deve ser testada sem orientação médica. Converse com o seu médico antes de qualquer mudança na dieta.
A beta-lactoglobulina não está presente no leite humano — ela existe apenas no leite de vaca e de outras espécies. Mesmo assim, bebês amamentados podem ser expostos a essa proteína ao receber fórmula infantil à base de leite de vaca ou ao iniciarem a alimentação complementar. Se houver sintomas após esse contato, o médico pode indicar o exame para investigar a sensibilização. Converse com o pediatra para orientação adequada.
